Em 2012,

Quero lembrar nos momentos certos que meus ossos são fortes, que eu aguento o tranco. Que eu deveria ler mais, mas principalmente que tudo que eu leio não passa de um amontado de palavras se eu não fizer nada com isso.

Que eu posso sim um monte de coisas, se eu me esforçar. O almoço não é grátis, nem por isso é ruim. Que este ano vai ser o primeiro de um monte de coisas novas e isso vai ser muito bom. Assim como o fim de um monte de outras, e isso talvez não seja tão bom assim, mas tudo isso vai me fazer mais forte no final.

Que saúde é construída, assim como dissertações, amizades, empregos, relações. E que é muito bom conservar. Que não seja 2012 o ano que eu vá perder a fé nas pessoas, nem nas minhas escolhas. Nem nos meus planos.

Francamente quero que seja um ano de trabalho, de sorrisos, de novidades boas, de momentos pra crescer, de cheiro de chuva, de tudo novo, de arrumar a casa, de passar mais tempo com meus amigos que me fazem bem, de lembrar de coisas legais, de ficar menos tempo sozinha, de passear mais, de fazer meus planos andarem, a custa do preço justo.

De minha parte, prometo não titubear, confiar mais em mim, ser mais verdadeira, principalmente comigo. Principalmente comigo. Pode ser só mais uma daquelas listas de fim de ano. Mas quem tem o poder de fazer diferente sou eu, e ninguém mais.